Faz tempo que não desabafo comigo mesmo pra tentar entender as coisas que vem acontecendo.
Ultimamente tenho me sentido um pouco triste. Sozinho, quem sabe. Perdido. Estranho. Confuso.
Me falta uma emoção...
Tenho estado em situações que crio comigo mesmo, em que não me reconheço. Me bate uma vontade imensa de sair correndo e gritando tudo que tenho entalado em meu peito. Mas, eu não consigo.
Me vejo diante de situações que eu não deveria me importar. Mas eu me importo. Uma estranha sensação me aperta lá dentro e vai me deixando sufocado com uma vontade imensa de desaparecer.
Não sou uma pessoa triste e nunca fui. Tenho passado alguns momentos, em que meu pensamento vai muito longe, e demora tanto pra voltar. Fico anestesiado. E uma sensação de que tudo está parado toma conta de mim.
Aconteceu o que eu temia muito. Fiquei à margem de mim mesmo. Muita coisa passou. Algumas eu aproveitei, mas, muita coisa eu deixei escapar. E, se foi assim, entre meus dedos. Não pude fazer nada. Aceitei.
Vivo num retrocesso que se transforma num "arrependimento-instantâneo". Coisas que deixei pra trás ou que vivi, por alguns segundos, me machucam.
Entro num questionamento horrível e fico me cobrando uma atitude que eu não tive. E eu não tenho como consertar isso, por que me cobrar tanto?
Me sinto um covarde. Queria poder ter toda a atitude que um dia eu tive... e toda a vontade e esperança de buscar coisas melhores.
Passei muito tempo da minha vida idealizando coisas. Crisei ilusões e fantasias...
Não consigo lidar com a perda, com a dor, com a mágoa, com a sensação de derrota. Isso se torna maior do que a minha vontade de querer mudar e fazer diferente. Covardia? Não sei... não sei mesmo. Tudo fica tão confuso.
As coisas vão passando. Tudo vai mudando. E eu continuo com o mesmo medo.
E eu só queria saber: até quando?
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de julho de 2012
algumas coisas não deveriam ser ditas, mas precisam ser ditas. ou registradas.
é bom ter qualquer referência, em um outro dia.
tudo é tão confuso, tão estranho.
as coisas parecem não caminhar para um lugar seguro, onde eu quero ir. ou quando não quero, parece que sim. muito confuso, e, nem eu mesmo consigo explicar.
me sinto bem em vir escrever aqui. sei que posso falar tudo que estou sentindo e, vai ficar tudo aqui, jogado ao vento.
prometi a mim mesmo várias coisas E NÃO VOU DESCUMPRIR. jamais.
eu sou forte, sempre fui e não vai ser agora que vou ceder. por uma coisa tão banal, tão boba e insignificante... is sad, is blue...
embora eu acreditava muito que poderia dar certo ou que as coisas poderiam começar a caminhar por um bom lado, acho que não foi assim que aconteceu.
sempre fui uma pessoa muito aberta e acho que o diálogo resolve tudo, mas, ele precisa existir. e foi o que mais faltou. ou talvez aquela euforia toda de esperança de uma nova história. quem é que não tem?
mesmo que as coisas ainda não estejam completamente resolvidas, ou sim, não sei... eu só quero e preciso parar de ficar remoendo situações que já passaram,
"até os anjos têm seus planos perversos."
e eu prefiro acreditar assim.
uma vez na minha vida eu senti uma dor inexplicavelmente horrível e jurei a mim mesmo que nunca mais eu me deixaria sentir aquilo novamente. eu sentia meu coração dilacerado, tinha a sensação de facas e espinhos que me incomodavam dia e noite e me faziam ter a sensação de ser a pior pessoa do mundo, com menos sorte, menos mal amada... enfim...
não sei se tenho esse tipo de sensação toda vez que acontece algo que mexe muito com o meu psicológico, como o acidente de ontem... que foi horrível. nunca tive uma sensação tão estranha na minha vida inteira, foi a coisa mais bizarra que eu já senti. aquela sensação de que "vou morrer", aquele barulho, as pessoas ao seu redor querendo ajudar, falta o ar, falta coragem pra continuar respirando... vêm o medo e o desespero, e em um flash muito rápido você percebe que sua vida é tão curta, que tudo é tão banal, que não somos nada e que qualquer coisa a qualquer momento pode acabar com tudo.
hoje eu posso dizer que eu nasci de novo... embora aquela sensação horrível ainda fica vindo na minha cabeça toda hora e milhões de possibilidades ruins de acontecimento ficam indo e vindo incessantemente me deixando apavorado e... não sei explicar.
respiro fundo, olho para frente. foco nas coisas boas da vida. esqueço as futilidades e penso em olhar o interior, acima de tudo.
"...a melhor coisa que Deus criou é haver todos os dias, um novo dia." (Sigur Rós)
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
em todo caso eu nunca gostei de ficar pensando muito nas coisas.
e na verdade, eu vejo um lado bom e um lado ruim, nisso.
mas, infelizmente o fato de não gostar de pensar, não é o suficiente para que eu não pense. e essa é a pior parte de todas, todavia...
eu não sei o que pensar em algumas situações, e outras, eu prefiro não pensar mas acabo pensando. isso é confuso. tudo é confuso. justamente por isso, eu evito.
evitar... taí' a melhor coisa a se fazer, na maioria do tempo. e olha, acredite... as coisas são evitáveis - dentro da realidade "real" e cabível de cada um - e é esse o contexto que eu quero chegar.
o contexto real... como é que a gente vai evitar uma coisa que é real?
aí em meio a tantas palavras confusas que não dizem nada-com-nada, eu prefiro parar por aqui, porque não quero ter mais dúvidas...
sexta-feira, 29 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Eu parei pra pensar esses dias e cheguei a conclusão de que: Mesmo que a pessoa ande e ande e ande e busque muito uma mudança - mesmo que seja exterior - ela sempre acaba sendo "igual" antes. O igual que eu quero dizer, é a sua essência, que na maioria das vezes não muda. Uma pessoa que aparentemente tem um jeito - estranho ou peculiar, como preferir - sempre vai ser assim, ou mesmo uma que seja triste ou algo do tipo...
Na realidade tudo isso não faz muito sentido, porque a "mudança" ou "revolução" que todos buscam - ou pelomenos parecem buscar - está dentro de si mesmo e uma hora - você querendo ou não - ela vai acontecer.
Esses dias eu pensei em me olhar novamente e tentar descobrir o porque o meu modo de ver algumas coisas mudaram tanto. Hoje em dia eu realmente consigo admitir e aceitar - sem sofrer - os meus sentimentos e vontades... mesmo que na maioria das vezes eu ache que é tudo muito estranho.
Sempre achei estranho coisas como interagir muito com coisas que não são reais. Eu não gosto disso. E falo. Não gosto.
Nada nessa vida - mas absolutamente nada mesmo - para o contato físico... o cara-a-cara, olho-a-olho. É extramamente necessário que estejamos sempre diante das coisas e das pessoas. Fica tudo muito mais fácil... aquele sentimento escondido se aflora, aquela lágrima que fica contida por algum motivo cai... é lindo!
Em todo caso ou situação eu não acredito que a mudança seja drástica ou que você possa chegar a ponto de ficar irreconhecível. A não ser que vá a algum daqueles programas super legais de auditório e se faça inteiro de novo.
A conclusão de tantas baboseiras, talvez, seja pra que eu mesmo entenda que o verdadeiro valor das mudanças não está na maneira que elas aparentam, e sim, na maneira em que elas te fazem sentir ou que te transmita toda aquela coisa boa que a mudança causou.
E sobre as mudanças ruins? Ah, essas eu olho e falo:
- Sai, não te quero aqui, não é bem vinda.
O resto, é resto.
E o importante está em tudo que te demonstra algo ao redor.
E oh, busque a sua mudança, seja feliz, se sinta completo... e a sinta.
Na realidade tudo isso não faz muito sentido, porque a "mudança" ou "revolução" que todos buscam - ou pelomenos parecem buscar - está dentro de si mesmo e uma hora - você querendo ou não - ela vai acontecer.
Esses dias eu pensei em me olhar novamente e tentar descobrir o porque o meu modo de ver algumas coisas mudaram tanto. Hoje em dia eu realmente consigo admitir e aceitar - sem sofrer - os meus sentimentos e vontades... mesmo que na maioria das vezes eu ache que é tudo muito estranho.
Sempre achei estranho coisas como interagir muito com coisas que não são reais. Eu não gosto disso. E falo. Não gosto.
Nada nessa vida - mas absolutamente nada mesmo - para o contato físico... o cara-a-cara, olho-a-olho. É extramamente necessário que estejamos sempre diante das coisas e das pessoas. Fica tudo muito mais fácil... aquele sentimento escondido se aflora, aquela lágrima que fica contida por algum motivo cai... é lindo!
Em todo caso ou situação eu não acredito que a mudança seja drástica ou que você possa chegar a ponto de ficar irreconhecível. A não ser que vá a algum daqueles programas super legais de auditório e se faça inteiro de novo.
A conclusão de tantas baboseiras, talvez, seja pra que eu mesmo entenda que o verdadeiro valor das mudanças não está na maneira que elas aparentam, e sim, na maneira em que elas te fazem sentir ou que te transmita toda aquela coisa boa que a mudança causou.
E sobre as mudanças ruins? Ah, essas eu olho e falo:
- Sai, não te quero aqui, não é bem vinda.
O resto, é resto.
E o importante está em tudo que te demonstra algo ao redor.
E oh, busque a sua mudança, seja feliz, se sinta completo... e a sinta.
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