sexta-feira, 29 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Eu parei pra pensar esses dias e cheguei a conclusão de que: Mesmo que a pessoa ande e ande e ande e busque muito uma mudança - mesmo que seja exterior - ela sempre acaba sendo "igual" antes. O igual que eu quero dizer, é a sua essência, que na maioria das vezes não muda. Uma pessoa que aparentemente tem um jeito - estranho ou peculiar, como preferir - sempre vai ser assim, ou mesmo uma que seja triste ou algo do tipo...
Na realidade tudo isso não faz muito sentido, porque a "mudança" ou "revolução" que todos buscam - ou pelomenos parecem buscar - está dentro de si mesmo e uma hora - você querendo ou não - ela vai acontecer.
Esses dias eu pensei em me olhar novamente e tentar descobrir o porque o meu modo de ver algumas coisas mudaram tanto. Hoje em dia eu realmente consigo admitir e aceitar - sem sofrer - os meus sentimentos e vontades... mesmo que na maioria das vezes eu ache que é tudo muito estranho.
Sempre achei estranho coisas como interagir muito com coisas que não são reais. Eu não gosto disso. E falo. Não gosto.
Nada nessa vida - mas absolutamente nada mesmo - para o contato físico... o cara-a-cara, olho-a-olho. É extramamente necessário que estejamos sempre diante das coisas e das pessoas. Fica tudo muito mais fácil... aquele sentimento escondido se aflora, aquela lágrima que fica contida por algum motivo cai... é lindo!
Em todo caso ou situação eu não acredito que a mudança seja drástica ou que você possa chegar a ponto de ficar irreconhecível. A não ser que vá a algum daqueles programas super legais de auditório e se faça inteiro de novo.
A conclusão de tantas baboseiras, talvez, seja pra que eu mesmo entenda que o verdadeiro valor das mudanças não está na maneira que elas aparentam, e sim, na maneira em que elas te fazem sentir ou que te transmita toda aquela coisa boa que a mudança causou.
E sobre as mudanças ruins? Ah, essas eu olho e falo:
- Sai, não te quero aqui, não é bem vinda.
O resto, é resto.
E o importante está em tudo que te demonstra algo ao redor.
E oh, busque a sua mudança, seja feliz, se sinta completo... e a sinta.
Na realidade tudo isso não faz muito sentido, porque a "mudança" ou "revolução" que todos buscam - ou pelomenos parecem buscar - está dentro de si mesmo e uma hora - você querendo ou não - ela vai acontecer.
Esses dias eu pensei em me olhar novamente e tentar descobrir o porque o meu modo de ver algumas coisas mudaram tanto. Hoje em dia eu realmente consigo admitir e aceitar - sem sofrer - os meus sentimentos e vontades... mesmo que na maioria das vezes eu ache que é tudo muito estranho.
Sempre achei estranho coisas como interagir muito com coisas que não são reais. Eu não gosto disso. E falo. Não gosto.
Nada nessa vida - mas absolutamente nada mesmo - para o contato físico... o cara-a-cara, olho-a-olho. É extramamente necessário que estejamos sempre diante das coisas e das pessoas. Fica tudo muito mais fácil... aquele sentimento escondido se aflora, aquela lágrima que fica contida por algum motivo cai... é lindo!
Em todo caso ou situação eu não acredito que a mudança seja drástica ou que você possa chegar a ponto de ficar irreconhecível. A não ser que vá a algum daqueles programas super legais de auditório e se faça inteiro de novo.
A conclusão de tantas baboseiras, talvez, seja pra que eu mesmo entenda que o verdadeiro valor das mudanças não está na maneira que elas aparentam, e sim, na maneira em que elas te fazem sentir ou que te transmita toda aquela coisa boa que a mudança causou.
E sobre as mudanças ruins? Ah, essas eu olho e falo:
- Sai, não te quero aqui, não é bem vinda.
O resto, é resto.
E o importante está em tudo que te demonstra algo ao redor.
E oh, busque a sua mudança, seja feliz, se sinta completo... e a sinta.
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