bem, te abracei como um amante: mãos felizes.
e cotovelo no local apropriado.
e ignoramos nossos outros planos felizes.
com um olhar delicado em seu rosto.
um cristal mental endurecido machucando partes de seu jardim.
sem espaço para um perdão, sem espaço para perdoar...
em um lugar em que ninguém sabe o que fizemos...
toda essa turbilhação de humor me frustra. me causa outra mudança que junta com a outra, e a outra. a sensação de não poder ou não querer, ou até mesmo não conseguir, fica, vai... fica.
de um modo, eu queria explicar ou ao menos entender muita coisa. mas parece que entender, vai deixar tudo tão pior ou mais complicado.
mas a gente vai aprendendo todo dia, o dia todo... sempre, sempre.
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